Tubo de Pitot

O que um leigo pode julgar como apenas um detalhe, em meio a tantos outros itens mais imponentes, tem a importante função de alertar que a capa de proteção está encobrindo, o tubo de Pitot, um sensor de pressão que possibilita o funcionamento de um dos mais importantes instrumentos de uma aeronave: o velocímetro. 

Basicamente, é um tubo instalado paralelamente ao vento relativo, contendo um orifício voltado para o fluxo de ar resultante da velocidade aerodinâmica da aeronave. Esse orifício se comunica com o interior de uma cápsula aneróide, instalada no velocímetro da aeronave. A caixa do instrumento recebe a pressão estática do ar de uma fonte estática, que não é afetada pela variação de velocidade da aeronave.

Quando a aeronave está estacionária e não há vento relativo, nem real, a pressão que entra pelo orifício do Pitot é somente a pressão atmosférica estática. A cápsula permanece então em uma posição neutra e a velocidade indicada é zero. Já quando a aeronave se desloca na massa de ar, o vento relativo causa um aumento na pressão de ar admitida pelo orifício do tubo de Pitot, em relação à pressão estática.

Essa “pressão de impacto”, somada à pressão estática, faz a cápsula expandir. O movimento de expansão da cápsula é transmitido aos ponteiros do velocímetro por hastes e engrenagens, do tipo setor e pinhão, o que faz o ponteiro se movimentar, indicando ao piloto a velocidade da aeronave.

Prof. Fernando Manzotti

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